Início » Blog » Como melhorar sua autoestima em 12 passos

Como melhorar sua autoestima em 12 passos

Como anda sua autoestima? Para muitos dos pacientes que buscam mais qualidade de vida por meio da cirurgia plástica e da cirurgia craniomaxilofacial, a autoestima é uma questão que aparece diariamente, pois ela afeta e muito a maneira como sentimos e como nos enxergamos.

Se você suspeita que a sua anda para baixo, temos algumas dicas que podem ajudar.

 

1 – O espelho é seu amigo!

 

 

Olhe-se no espelho e avalie o que vê. O que vem à sua mente? Quem tem autoestima baixa costuma apontar (ou até aumentar) características negativas.

Se você se encaixa nessa categoria, faça este exercício: silencie por um momento aquela voz negativa e enumere tudo o que você vê de bom. Faça isso todos os dias e esforce-se para sempre aumentar a sua lista de qualidades positivas e treinar suas melhores poses. Estudos apontam que isso pode ajudar a “reprogramar” seu cérebro.

 

2 – Um passo de cada vez

 

Não há autoestima perdida que não possa ser recuperada – e você não precisa se tornar a pessoa que mais se ama da noite para o dia!

Comece com pequenas metas, como não reclamar por um dia ou fazer todo dia algo que te faz bem, como caminhar, brincar com seu pet ou se dar um presente.

Para ajudar, você pode contar com a tecnologia e utilizar aplicativos como o Daily.o, um diário virtual que cria gráficos baseados nas suas atividades e no seu humor. Ou que tal aderir a projetos como o #100happydays, que te desafia a postar uma foto que te faz feliz todo dia, por 100 dias?

 

3 – Cerque-se de mensagens positivas.

 

 

E falando em redes sociais, que tipo de notícias o smartphone que você carrega o dia todo por aí te traz?

Invista na busca por sites, perfis e páginas que espalhem mensagens de aceitação e amor próprio. Uma boa dica são as páginas Autoajuda do dia e a Drops do Bem, por exemplo! Ver o mundo com mais leveza pode te ajudar a ser menos rígido consigo mesmo.

4 – …e de pessoas positivas também!

 

Afinal, a vida vai muito além da internet e a socialização é muito importante para a nossa qualidade de vida.

Sabe aquele “amigo” que sempre tem algo para dizer que te deixa pra baixo? Vamos rever essa amizade? E que tal procurar se relacionar melhor com os vizinhos e os colegas de trabalho? Sair de dentro de si, encontrar amizades que acrescentem e criar laços duradouros com pessoas que tenham coisas boas a dizer sobre você é uma grande fonte de saúde mental e bem-estar!

 

5 – Mas lembre-se: a pessoa mais importante é você!

 

 

É muito comum ver alguém que sofre de baixa autoestima num relacionamento abusivo ou destrutivo, no amor, no trabalho e até mesmo na família. Principalmente as mulheres, que são incentivadas a deixar suas necessidades de lado para satisfazer outras pessoas.

Os sentimentos e opiniões dos outros podem influenciar suas decisões, mas elas são suas! Coloque-se em primeiro lugar sempre.

 

6 – Por isso, cuide-se!

 

 

Que tal começar valorizando sua beleza do seu jeito?

Há um ditado que reza: “quem não se enfeita, por si se rejeita”. Isso não quer dizer que você deve sair correndo e copiar os looks das famosas ou se encher de badulaques da cabeça aos pés.

Entenda qual é o seu jeito de valorizar a sua beleza: pode ser com aquele creme corporal cheiroso que você sempre quis comprar, fazendo um Day SPA, vestindo uma camiseta com uma frase do seu seriado favorito ou fazendo um corte de cabelo diferente. Conheça-se e ame-se!

 

7 – E cuide do espaço que te cerca também

 

 

O mesmo vale para seu espaço de trabalho e sua casa.

Ambientes limpos e arrumados trazem uma enorme sensação de bem-estar e despertam nossa vontade de decorá-los e torná-los ainda mais aconchegantes – um exercício de criatividade e organização que faz muito bem à mente. Bagunça causa estresse!

 

8 – Mas e o medo de errar? Vai com ele mesmo!

 

A baixa autoestima nos torna supersensíveis à opinião alheia. E aí vem a ansiedade.

Coisas simples, como pequenas mudanças no seu visual ou nas suas atitudes, podem ser extremamente assustadoras para quem tem baixa autoestima. Lembre-se que a única pessoa que está te impedindo de fazê-las é você mesmo. E que se alguém em volta não gostar… isso é problema deles!

 

9 – Mas tem muitos profissionais que podem te ajudar.

 

 

 

Um psicólogo ou psicanalista pode ajudar a encontrar as causas e combater os sintomas da falta de autoestima.

Um personal stylist e/ou um cabeleireiro podem te ajudar a dar aquela repaginada no visual, valorizando qualidades físicas para você se autoafirmar. Boost de autosestima!

 

10 – O cirurgião plástico é um deles

 

Ajustes finos de beleza são só detalhes na atuação desse profissional.

Muitas vezes a origem da baixa autoestima está num trauma, como uma fratura facial, ou em um defeito congênito, o que impede que se siga a vida normalmente.

 

11 – Pratique um exercício físico

 

 

A prática regular de esportes aumenta os níveis de noradrenalina, a serotonina e a dopamina, responsáveis pelas sensações de bem-estar e relaxamento.

E não adianta vir com essa de “não gosto de atividade física”. Se exercitar é como calçar um sapato: alguns vão ficar largos, outros tão apertados que fazem seus pés doerem. E com tantas modalidades disponíveis, do crossfit ao pilates, tenho certeza que você vai achar um modelo tão confortável que nunca mais vai querer tirá-lo!

 

12 – E aquele projeto adiado?

 

 

O sentimento de missão cumprida é altamente benéfico ao cérebro e à autoestima. Nos assegura de que somos capazes e que nossa contribuição importa.

Se você tem um projeto na gaveta, vai ser mais fácil torná-lo realidade se suas outras tarefas já tiverem sido realizadas.

Faça acontecer!

 

Clarice Abreu

Sobre a Drª. Clarice Abreu

Sou médica especialista em Cirurgia Plástica e Cirurgia Craniomaxilofacial, com formação nacional e internacional em Cirurgia Plástica Estética e Reparadora e em Cirurgia Plástica e Craniofacial Pediátrica. Estou comprometida com um atendimento diferenciado e humanizado, respeitando a individualidade de cada paciente e valorizando seus aspectos psicológicos, suas motivações e expectativas pessoais.